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sábado, 15 de junho de 2013

Desaparecida em combate... eu sei mas ora aqui vai novidades ;)

Encontro-me neste momento numa nova aventura. Voltei para Paris, onde nasci, e estou à procura de emprego.... quem sabe se será aqui que um dia eu volte a sorrir no meio de terroristas de palmo e meio :D Estou entretanto a aguardar uns documentos da escola superior de educação para efectuar então o pedido de reconhecimento académico e profissional dos meus diplomas, e ao que parece não há falta de ofertas na área da Educação de Infância.
Resumindo é o que há-de novo, e quem sabe eu não esteja de volta um dia a este espaço para publicar novidades ;)




terça-feira, 29 de março de 2011

segunda-feira, 28 de março de 2011

quarta-feira, 23 de março de 2011

Pedido de desculpa :(



Aqui vai o meu pedido de desculpa a todos os que me têm pedido material que já não se encontra disponivel no blog.
Tentarei publicar mais vezes novidades ;) e um muito obrigado a quem visita o meu cantinho :D

Poema Primaveril ;)

A PRIMAVERA


Coro das quatro estações:

Cantemos! Fora a tristeza !

Saudemos a luz do dia:

Saudemos a Natureza !

Já nos voltou a alegria !

A Primavera:

Eu sou a Primavera !

Está limpa a atmosfera,

E o sol brilha sem véu !

Todos os passarinhos

Já saem dos seus ninhos,

Voando pelo céu.

Há risos na cascata,

Nos lagos e na mata,

Na serra e no vergel:

Andam os beija-flores

Pousando sobre as flores,

Sugando-lhes o mel.

Dou vida aos verdes ramos,

Dou voz aos gaturamos

E paz aos corações;

Cubro as paredes de hera;

Eu sou a Primavera,

A flor das estações !


Coro das quatro estações:

Cantemos! Fora a tristeza !

Saudemos a luz do dia:

Saudemos a Natureza !

Já nos voltou a alegria !



in, Poesias Infantis, Olavo Bilac, Livraria Francisco Alves: 1949, Rio de Janeiro

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

O meu Corpo

Vou desenhar o meu corpo,
pela cabeça vou começar.
Um bracinho em cada lado
nas mãos, cinco dedos no ar.

Pouco a pouco vou descendo
e às pernas estou a chegar.
Vou fazer os meus sapatos
Para os meus pés colocar.

Ui! Agora é que me lembrei,
falta algo na cabeça;
dois olhos, orelhas e nariz
e uma boca antes que esqueça.

Olha que bem... que desenhei
da cabeça até aos pés!
Olha que bem... que desenhei!
da cabeça até aos pés.

A única coisa que educo neste momento...


A minha bulldog francesa ;) é uma "terrorista"

sábado, 11 de setembro de 2010

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Sugestões de Actividades para o seu Bebé

  • Estimule o mais possível o corpo do seu bebé: faça-lhes cócegas, esfregue-o, dê-lhe palmadinhas, e belisque-o suavemente. Role-o de um lado para o outro,sobre a cama ou tapete macio.
  • Não mantenha o seu bebé sempre vestido. Quando lhe muda a fralda ou na altura do banho, coloque-o despido sobre um cobertor fôfo ou coloque um papel de embrulho ou um plástico que faça barulho por baixo do lençol. O ruído vai incentivar o bebé a movimentar-se porque gosta de ouvir o som. A variação de sensações leva o sistema nervoso do bebé a desenvolver-se.
  • Não tenha receio de "puxar" pelo o seu bebé. Quando ele está deitado, coloque-o ao fundo do berço de forma que ele toque com os pés nas paredes e comece a empurrar.
  • Ponha-o de barriga para baixo e pegue num brinquedo colorido e com som, pondo-o à frente dos olhos dele, um pouco acima do nível da nuca para que ele levante a cabeça e exercite os músculos do pescoço.
  • Coloque-se atrás do bebé em diversos locais, cantando ou assobiando para que ele tenha de esticar ou arquear as costas. Faças sons bruscos e variados em que intercale a intensidade do som com o silêncio.
  • Não tenha receio de parecer ridículo quando, ao brincar com o seu bebé, comunica ao seu nível. É impressionante como exlamações e caretas provocam no bebé reacções e movimentos de alegria que nenhuma conversa séria consegue.
  • Ao colocar guizos e outros brinquedos sonoros perto do bebé, não os ponha só ao alcance das mãos. Ao colocá-los junto dos pés, fará com que o bebé mexa as pernas para lhes tocar. Se ele tiver objectos de cada lado acaba por aprender a usar os membros alternadamente.
  • Passeie o bebé numa cadeirinha de mão, levando-o a experimentar várias sensações: ser embalado, ser levantado, baixado, mudar de direcção, etc. sem muito esforço da sua parte. Este exercício estimula o seu sentido de equílibrio ao mesmo tempo que ele se sente protegido, partilhando as suas rotinas.
  • Obrigue o bebé a virar-se, esticar-se ou curvar-se para alcançar um objecto, que você coloca a uma pequena distância. É bom para um bebé inactivo começar a perceber que o esforço traz compensações.
  • Se o bebé não tentar gatinhar, aproveite a hora do banho para fazer o seguinte exercício: com o bebé de barriga para baixo, coloque-lhe uma toalha debaixo da barriga, apoiando-lhe o tórax e o abdómen e deixando-lhes as pernas e os braços livres para rastejar na água. Esta posição é confortável para ele. O facto dos movimentos serem feitos debaixo de água torna a actividade mais fácil e ele vai treinando os mecanismos de gatinhar.
  • Quando o bebé se começa a erguer, o esforço que tem de dispender é enorme. Se o adulto que ele quer alcançar estiver de pé, o esforço ainda será maior. Porque não ajudá-lo colocando-se ao seu nível?
  • Se o bebé ainda não tiver muita força nas pernas e não esticar os joelhos, sente-se no chão à frente dele e encoste as plantas dos seus pés às dele, empurrando suavemente. Pode fazer uma rampa com as suas pernas para ele aprender a subir.
  • Por último, estimule a curiosidade do seu bebé. Esconda da vista dele um brinquedo de que ele goste, faça sons que ele não sabe de onde vêm, tudo em ambiente de secreta brincadeira para que ele queira ultrapassar a barreira física e se levante.

in, "Teve um Bebé com Síndroma de Down"

domingo, 28 de março de 2010

Profs....a culpa é deles!

Neste momento, é óbvio para todos que a culpa do estado a que chegou o ensino é
(sem querer apontar dedos) dos professores. Só pode ser deles, aliás. Os alunos estão lá a
contragosto, por isso não contam. O ministério muda quase todos os anos, por isso conta
ainda menos. Os únicos que se mantêm tempo suficiente no sistema são os professores. Pelo
menos os que vão conseguindo escapar com vida.

É evidente que a culpa é deles. E, ao contrário do que costuma acontecer nesta coluna,
esta não é uma acusação gratuita. Há razões objectivas para que os culpados sejam os
professores.

Reparem: quando falamos de professores, estamos a falar de pessoas que escolheram
uma profissão em que ganham mal, não sabem onde vão ser colocados no ano seguinte e
todos os dias arriscam levar um banano de um aluno ou de qualquer um dos seus familiares.

O que é que esta gente pode ensinar às nossas crianças? Se eles possuíssem algum
tipo de sabedoria, tê-la-iam usado em proveito próprio. É sensato entregar a educação dos
nossos filhos a pessoas com esta capacidade de discernimento? Parece-me claro que não. A
menos que não se trate de falta de juízo mas sim de amor ao sofrimento.

O que não posso dizer que me deixe mais tranquilo. Esta gente opta por passar a vida a
andar de terra em terra, a fazer contas ao dinheiro e a ensinar o Teorema de Pitágoras a
delinquentes que lhes querem bater. Sem nenhum desprimor para com as depravações
sexuais - até porque sofro de quase todas -, não sei se o Ministério da Educação devia
incentivar este contacto entre crianças e adultos masoquistas.

Ser professor, hoje, não é uma vocação; é uma perversão.

Antigamente, havia as escolas C+S; hoje, caminhamos para o modelo de escola S/M.
Havia os professores sádicos, que espancavam alunos; agora há os professores masoquistas,
que são espancados por eles. Tomando sempre novas qualidades, este mundo.

Eu digo-vos que grupo de pessoas produzia excelentes professores: o povo cigano.

Já estão habituados ao nomadismo e têm fama de se desenvencilhar bem das
escaramuças. Queria ver quantos papás fanfarrões dos subúrbios iam pedir explicações a estes
professores. Um cigano em cada escola, é a minha proposta.

Já em relação a estes professores que têm sido agredidos, tenho menos esperança.

Gente que ensina selvagens filhos de selvagens e, depois de ser agredida, não sabe
guiar a polícia até à árvore em que os agressores vivem, claramente, não está preparada para
o mundo.


Ricardo Araújo Pereira in Opinião, Boca do Inferno, Revista Visão

sábado, 27 de março de 2010

Os símbolos da Páscoa


  • O Ovo
    O ovo é um daqueles símbolos que se explica por si mesmo.
    Contém o fruto da vida, que representa o nascimento e a renovação. De uma forma simples, podemos dizer que é o símbolo da vida.

    Os celtas, gregos, egípcios, fenícios, chineses e muitas outras civilizações acreditavam que o mundo nasceu de um ovo.
    Na maioria das tradições, este "ovo cósmico" aparece depois de um período de caos.

    Na Índia, por exemplo, acredita-se que uma gansa chamada Hamsa (um espírito considerado o "sopro divino") chocou o ovo cósmico e, daí, dividido em duas partes, o ovo deu origem ao céu e à terra (o céu seria a clara do ovo e a terra a gema).

    O mito do ovo cósmico aparece também nas tradições chinesas.
    Antes do surgimento do mundo, quando tudo ainda era caos, um ovo semelhante ao de galinha abriu-se e, dos seus elementos pesados, surgiu a terra (Yin) e, da sua parte leve e pura, nasceu o céu (Yang).
    Há vários séculos os orientais preocupavam-se em embrulhar os ovos naturais com cascas de cebola e cozinhavam-nos com beterraba. Ao retirá-los do fogo, ficavam com desenhos mosqueados na casca. Os ovos eram dados como presentes na Festa da Primavera.

    Para os celtas, o ovo cósmico é parecido com o ovo de uma serpente.
    Para eles, o ovo representava o Universo: a gema era o globo terrestre, a clara o firmamento e a atmosfera, e a casca equivalia à esfera celeste e aos astros.

    Na tradição cristã, o ovo aparece como uma renovação periódica da Natureza.
    Em muitos países europeus, ainda hoje há a crença de que comer ovos no Domingo de Páscoa traz saúde e sorte durante o resto do ano (ora vejam os folares da Páscoa!).
    E mais: um ovo posto na sexta-feira santa afasta as doenças!


  • O Coelho
    Por serem animais com capacidade de gerar grandes ninhadas, a sua imagem simboliza a renovação e a vida nova.

    A tradição do coelho da Páscoa não é portuguesa; foi levada para a América por imigrantes alemães em meados de 1700.

    Para eles, o coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã do Domingo de Páscoa. A tradição não veio para Portugal, mas a imagem do coelho, sim.


  • Os Símbolos Cristãos

    O cordeiro, que simboliza Cristo, o cordeiro de Deus, que se sacrificou em favor de todo o rebanho, que são os homens.

    A cruz que simboliza a morte e a Ressureição de Cristo. É um símbolo de vida e de passagem, novamente.

    A vela (chamada círio) que simboliza a luz e tem gravado os símbolos Alfa (o início - no alfabeto grego) e Ómega (o fim).
    Quer dizer: "Deus é o princípio e o fim de tudo".
in, www.junior.te.pt

Páscoa em Portugal

  • É nesta altura em que se limpam muito bem as casas, se pintam (ou caiam, nas zonas em que isso é habitual) e se arranjam pois irá passar o Compasso (a Visita Pascal), que é uma ida do padre a cada casa para abençoar (e benzer) aquele lar e os que ali vivem.

  • Tudo isto ligado à Ressurreição de Cristo e à celebração da Vida.

  • Para além de todas as celebrações e significados da Páscoa, em Portugal é também uma festa especial dos padrinhos (e madrinhas).

  • Tradicionalmente, para além das amêndoas (porque parecem ovos pequeninos) e dos ovos (símbolo da vida), existe o pão-de-ló e os folares que se oferecem às crianças (especialmente pelos padrinhos).

  • Estes doces também estão em cada casa para receber o Compasso.
    É um sinal de hospitalidade para o padre e os seus acompanhantes (que, para não ficarem embuchados, têm também à disposição um copinho de licor ou um cálice de vinho do Porto).

  • Os folares, como sabem, têm um ou mais ovos dentro - e lá voltamos aos símbolos da Páscoa.

  • Antes da Páscoa, na Quaresma, o tempo é de jejum - evita-se comer carne e a ementa das sextas-feiras deve ser peixe (bem, na verdade, não deve é ser carne) por respeito, pois foi na sexta-feira que Jesus foi crucificado e morreu.

  • Mas como no Domingo de Páscoa se celebra a festa da Ressurreição (voltar à vida, ressuscitar), volta a comer-se carne: cabrito ou borrego, como se fazia nos tempos antigos. E os doces, claro, que incluem todos os tradicionais e os folares, como dissemos.

  • Só mais uma coisa.
    Também acontece em muitas localidades celebrar-se a Semana Santa (a semana em que Jesus foi preso, julgado e condenado) com procissões de velas, à noite, ou representações teatrais (populares) desses acontecimentos.
in, www.junior.te.pt

A Páscoa no mundo


    Os festejos da Páscoa em todo o mundo têm sempre algumas variações nas suas origens e significados.
    Fica a saber como se comemora a Páscoa em vários países do mundo:


  • Na China

    O "Ching-Ming" é uma festividade que ocorre na mesma época da Páscoa, onde são visitados os túmulos dos antepassados e feitas oferendas, em forma de refeições e doces, para os deixar satisfeitos com os seus descendentes.

  • No norte da Europa

    Nestes lugares, as tradições da Páscoa incluem a decoração de ovos cozidos e as brincadeiras com esses ovos pintados, como por exemplo, lançá-los ladeira abaixo, onde será vencedor o dono do ovo que rolar até mais longe sem se partir.

  • Países do Leste da Europa

    A tradição mais forte é a decoração de ovos que se oferecem a amigos e parentes. A tradição diz que, se as crianças forem bem comportadas na noite anterior ao Domingo de Páscoa e deixarem um boné de tecido num lugar escondido, o coelho deixará doces e ovos coloridos nesses "ninhos".

  • Nos Estados Unidos

    A brincadeira mais tradicional ainda é a "caça ao ovo", onde ovos de chocolate são escondidos pelo quintal ou pela casa para serem descobertos pelas crianças na manhã do Domingo de Páscoa. Em algumas cidades a "caça ao ovo" é um evento da comunidade e é usado um jardim público para esconder os ovinhos.

  • No Brasil e América Latina

    O mais comum é as crianças montarem seus próprios ninhos de Páscoa, sejam de vime, madeira ou papelão, e enchê-los de palha ou papel picado. Os ninhos são deixados para o coelhinho colocar doces e ovinhos na madrugada de Páscoa.
    Também é feita a "caça ao ovo" ou "caça ao cestinho".
in, www.junior.te.pt

O que é a Páscoa?

    A celebração da Primavera

    Muito antes de ser uma festa cristã, o que se celebrava no momento da Páscoa era o anúncio do fim do Inverno e a chegada da Primavera.

    Para os antigos, festejar a Primavera (tal como a Páscoa) sempre representou a alegria da passagem de um tempo escuro e triste para um mundo iluminado, de vida nova na Natureza. Era uma espécie de renascer.

    A palavra "páscoa" vem do hebreu "pessah" e significa "passagem", "mudança", refere-se ao êxodo (saída) do Egipto de Moisés.

    Nesta estação do ano, os antigos povos pagãos europeus homenageavam Ostera, ou Esther (em inglês, Easter quer dizer Páscoa, e em alemão é Oster).

    Ostera era a Deusa da Primavera, que segurava um ovo na mão. A deusa e o ovo eram símbolos da chegada de uma nova vida.

    Ostara equivale, na mitologia grega, a Perséfone. Na mitologia romana, era Ceres. O nome de menina Ester também está relacionado, claro.

    Estes antigos povos comemoravam a chegada da Primavera decorando ovos. Mas o costume de os decorar para dar de presente na Páscoa surgiu na Inglaterra, no século X.

    O rei Eduardo I tinha o hábito de banhar ovos em ouro e oferecê-los aos seus amigos e aliados.
    Acreditava-se que receber ovos pintados trazia boa sorte, fertilidade, amor e fortuna.

    A oferta de ovos manteve-se até hoje e de várias formas.


    A Páscoa cristã

    Para entender o significado da Páscoa cristã, é necessário recordar que muitas celebrações antigas foram integradas nos acontecimentos relacionados com Cristo.

    A festa da Páscoa refere-se à última ceia de Jesus com os Apóstolos, a sua prisão, julgamento e condenação à morte, seguida da sua crucifixão e ressurreição (Jesus voltou a viver e subiu ao céu).

    A celebração começa no Domingo de Ramos (quando Jesus entra em Jerusalém e é aclamado com ramos de palmeira) e acaba no Domingo de Páscoa (com a Ressurreição de Cristo): é a chamada Semana Santa.
    A data da Páscoa foi fixada pela Igreja no ano 325, de modo a "cair" no domingo mais próximo da primeira Lua Cheia do mês lunar que começa com o equinócio da Primavera.
    Cuidado: isto é complicado de entender...

    Com esta definição, a data da Páscoa varia de ano para ano, sendo, em limite, entre 22 de Março e 25 de Abril, transformando a Páscoa numa festa "móvel".

    Sabias que a sequência exacta de datas da Páscoa se repete aproximadamente a cada 5 milhões de anos do nosso calendário?

    E para os curiosos, ficam aqui as datas da Páscoa até 2010:
    • 2005 - 27 de Março
    • 2006 - 16 de Abril
    • 2007 - 08 de Abril
    • 2008 - 23 de Março
    • 2009 - 12 de Abril
    • 2010 - 04 de Abril


    A Páscoa judaica

    Em hebraico, existe a "Pessah", a chamada "Páscoa Judaica", que começou a celebrar-se há cerca de 3 mil anos, quando os hebreus iniciaram o "êxodo" (a viagem de libertação do seu povo, pela mão de Moisés, depois de serem escravos do Egipto durante 400 anos).

    Comemoravam assim a passagem da escravidão para a libertação.

    A comemoração inclui (entre outras coisas) uma refeição, onde se come o Cordeiro Pascal, pão sem fermento (o "matzá"), ervas amargas e muito vinho.

in, www.junior.te.pt

Ovos - Páscoa




sábado, 27 de fevereiro de 2010